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A mostrar mensagens com a etiqueta bebés/crianças

Festa de aniversário em família pelos olhos da minha afilhada

Hoje a minha afilhada faz anos (5 anos! Jaaaa???) e os pais proporcionaram-lhe que ela tivesse duas festas: uma com os amiguinhos da escola hoje de tarde e outra com a família mais logo. Quando a mãe lhe estava a explicar a logística do dia que ela mais anseia no ano todo, ela mostrou-se extremamente entusiasmada com a festa dos amigos mas em relação à festa da família nem tanto. Perante esta reação segui-se a seguinte conversa entre a mãe e ela:
Mãe: Então L., não queres ter uma festa com a família? Ela: Quem é que vem? Mãe: Os do costume. Ela: Ah... está bem... Mãe: Porquê? Queres que venha mais alguém? Ou há alguém que tu não queres que venha? Ela: É igual. Já sei como é que vocês adultos são: juntam-se todos e é só bla bla bla e ninguém me liga nenhuma. Ainda bem que o F. (o meu namorado...noivo, vá! Ainda não estou habituada à nova nomenclatura) vem, ao menos ele ainda me faz cócegas, já vós é só treta e ainda brincais com os meus brinquedos (sim, no último aniversário dela, às …

A vida só é um drama se assim o quisermos

Afilhada chega a casa e faz mega cena dramática, a chorar e a lamentar efusivamente que tinha muito azar na vida: que não tinha conseguido fazer um exercício na escolinha, que uma amiga se tinha zangado com ela e que tinha de dormir a sesta (ai filha, quando perceberes o quão bom isso é vais lamentar alguma vez na vidinha teres reclamado disso!)! Lá estava ela em versão birras, a dizer que ela tinha muito azar na vida (sim, às vezes também tem a sua veia drama queen), que tudo lhe corria mal e mais não sei o quê, quando a mãe, saturada daquela birra sem sentido se vira para ela e diz:
Mãe: Tu dizes que tens muito azar? Azar são aqueles meninos que não tem o que comer, aqueles meninos que não tem uma casa para dormir ou aqueles meninos que estão muito doentes! Pensa nisso e depois anda-me dizer quem é que tem azar!
Ela lá foi para o quarto, ainda continuou a chorar de forma bem audível durante algum tempo mas depois lá se calou. A mãe dela continuou na cozinha a fazer o que estava a f…

Pelos olhos de uma criança

Estava eu a brincar dentro de casa com a minha afilhada do meio e o meu cão. O meu cão cheio de energia a esgotar a minha afilhada, a minha afilhada elétrica a agitar ainda mais o cão e eu à margem a apreciar a cena. Às tantas, e após muitos gritos de alegria, correrias e brincadeiras a minha afilhada pára (finalmente) e vem para a minha beira. Às tantas diz-me:
Ela: Podes abrir a janela? Eu: E para que queres que abra a janela (da varanda)? Ela: Para eu ir lá fora ver o mundo.

E eu que achava que da janela cá de casa só se via a rua... Sempre a instruir com os mais novos e a prender que aquilo que vemos à nossa frente é aquilo que lhe quisermos chamar.

O futebol baralha as crianças

Os pais da minha afilhada foram no fim-de-semana ver o futebol e levaram-na pela primeira vez a um estádio de futebol. Depois de ela me contar com entusiasmo a experiência, a mãe dela partilhou comigo outras tantas situações engraçadas que aconteceram durante o jogo sob a lente de uma criança de 4 anos.  Então, antes de começar o jogo parece que ela, sempre cheia de curiosidade sobre tudo, se virou para o pai e começou a perguntar como é que se chamavam os jogadores:
Ela: Pai, como é que se chama aquele jogador? Pai: Aquele é o X. Ela: E aquele? Pai: Aquele ali chama-se Y. Ela: E aquele? Pai: Aquele é o Z. Ela: Hmmm... mas isso não é nome de pessoa, isso é nome de cão!
É o que dá as pessoas porem os nomes dos ídolos aos animais de estimação, depois isso baralha as crianças. Pelos vistos na casa da avó dela já houve um cão com o mesmo nome que aquele jogador...

Afinal eu sou é uma pessoa muito dada ao relax

Estava eu e a minha afilhada a ver algumas fotos dela e numa das fotos aparece ela, deitada numa daquelas camas de rede do jardim, de olhos fechados. Digo-lhe eu:
Eu: Olha tu a dormir! Ela: Nah nah! Eu: Sim, sim! Não vês que estás de olhos fechados? Ela: Mas isso não quer dizer que estava a dormir. Estava apenas a relaxar... mas estava acordada!
A partir de agora nunca mais me podem acusar de ser uma pessoa que adormece sempre que se põe um filme a dar! Estou apenas a aproveitar a envolvência para relaxar!

Raciocínio de criança

Em conversa com a afilhada do meio, e enquanto brincávamos com o novo inquilino cá de casa diz ela, depois de ter visto a cor dos olhos do cão:

Ela: Olha, ele tem os olhos cinzentos!
Eu: Pois tem. Os teus são diferentes, são castanhos.
Ela: Mas quando eu nasci também eram cinzentos mas como comi muitos pickles ficaram castanhos!




Já tinha ouvido muitas histórias que os pais inventam para os filhos comerem determinados alimentos, inclusive a minha mãe também me tentou convencer de algumas dessas teorias ("come ervilhas que ficas com os olhos verdes"; "como cenoura para veres muito bem") mas ter os olhos castanhos porque se comeu pickles, essa é novidade (ainda por cima porque nunca a vi a comer pickles...).

A esperteza dos 4 anos

Afilhada entra no meu quarto e perante uma caixa de chocolates que avistou seguiu-se o seguinte diálogo:
Ela: Quando é que vamos abrir esta caixa de chocolates? Eu: Esses chocolates não são teus... quem te disse que vais abrir essa caixa comigo? Ela: (após longo silêncio e olhar fixo em mim)... Nunca ouviste dizer que partilhar é uma coisa bonita?
E pronto, é assim que uma criança de quatro anos dá sabiamente a volta a um adulto quando quer comer chocolate! 

Pelos olhos dos 4 anos

Outro dia estava eu e a minha afilhada do meio em minha casa. Eu estava a arranjar-me para sair de casa e pedi a ajuda dela para escolher uma camisola para vestir. Abro o gavetão das camisolas e o diálogo que se seguiu foi este:
Eu: L. escolhe-me uma camisola para eu vestir.
Ela: São só estas?
(Medo! Um gavetão enorme cheio de camisolas, só as finas, porque as de malha estão noutro sítio e ela diz-me "só"? Vai ser pouco consumista vai...)

Eu: Sim, L., são só essas...
Ela: (a olhar para todas elas mas sem apreciar nenhuma) Não gosto de nenhuma! Eu: Nem uma? 
Ela: Ah... já estou a perceber! Esta é a tua gaveta das camisolas feias!!
E é isto, é assim que uma criança de 4 anos classifica as minhas camisolas - feias... De facto não tenho nenhuma camisola com a Frozen, a Minnie, a Patrulha Pata ou mais não sei o quê, mas apelidar as minhas camisolas de feias... Bateu forte!

Dos amigos que são família

E sem estar a contar eis que ganhei um novo afilhado. Quatorze anos depois de ter o meu primeiro afilhado (e primo) segue-se o segundo, desta vez filho de um casal amigo. Um convite ao qual eu não estava mesmo nada a contar mas que me deixou muito feliz.
Mas vou confessar-vos uma coisa: mesmo já com dois afilhados adorava ter uma menina afilhada. Não sei porquê mas é diferente a relação de uma menina com a madrinha. É uma relação mais próxima, mais cúmplice e mais cor-de-rosa. Mas se isso não acontecer, fico já realizada com os meus dois meninos  e mais uma afilhada emprestada (afilhada da minha irmã) que considero um pouco minha e que é um amor. Adorámo-nos de paixão uma à outra, estamos constantemente juntas, temos as nossas brincadeiras, as nossas conversas, os nossos joguinhos e os nossos passeios. 

Constatações (deprimentes...)

Notas que já não és a adolescente que na tua cabeça pensas ser quando começas a receber convites constantes de amigos da tua idade ou que andaram contigo na escola para festas de aniversário... dos filhos! E não é do primeiro aniversário do bebé, é já de crianças que argumentam, que opinam e que nos deixam boquiabertos quando se saem com frases do tipo "Eu não quero crescer mais porque eu não quero ser nem mulher crescida nem mãe que isso dá muito trabalho!". Tão pequenos e já tão sábios...

Ups! Como disse?

Percebes que andas um bocado baralhada das ideias quando em conversa com uma amiga sobre o filho bebé proferes a seguinte frase, de forma automática e inconsciente - "Tens de o levar ao veterinário!". Começo a ter medo de mim própria e de abrir a boca... O que vale é que a minha amiga tem sentido de humor e largou logo uma gargalhada, caso contrário ainda achava que estava a insultar o seu rebento!

Mas isto pega-se por contágio?

Ainda me lembro que aprendi na escola primária que os bebés nascem através da reprodução entre duas pessoas. Mas eu começo a desconfiar que, ou a minha memória está-me a atraiçoar ou agora há uma nova forma de reprodução e os bebés nascem por contágio. Ainda no inicio desta semana disse aqui que estava rodeada de amigas, colegas e conhecidas à espera de bebé e desde então já soube de mais duas colegas de escola que estão grávidas!

Pequena observação

A quantidade exorbitante de amigas, colegas e conhecidas que está grávida é assustadora (vocês andaram a combinar entre todas para engravidarem ao mesmo tempo, foi?)! Não sei o que se passa no resto do país mas aqui pelo Norte o mulherio está a fazer a sua parte para aumentar a taxa de natalidade.  E por falar nisso, uma deles está neste momento na eminência de ter o seu rebento nos braços. Boa sorte T., que corra tudo bem!

Parabéns Princesa

Faz hoje três anos que a vida passou a ser mais de princesas, mais cor-de-rosa, mais brilhante. Mais cheia de abracinhos, beijinhos que fazem barulho e coceguinhas das boas. Faz hoje três anos que vieste mimar com a tua candura toda a família.  Faz hoje três anos que passei a dominar um novo mundo: a conhecer a maioria dos desenhos animados que passam na televisão, as novidades a nível de lojas de brinquedos e bonecada no geral e a conhecer um novo reportório musical de músicas infantis. Adoro a minha princesa e adoro ter uma bonequinha na família que posso mimar e sufocar com tantos beijos, mimo e brincadeiras.
Parabéns princesa L.

Brincar com crianças com energia que nunca mais acaba dá nisto

Hoje vou dormir acompanhada. Vou ter uma noite tórrida. Vou acordar com ele na cabeça. Meu querido galo feito pela minha pequena princesinha que numa das suas brincadeiras me espetou uma valente testada que me fez ver estrelas, cometas e mais o diabo a quatro e ficar com um alto talo na testa. Agora estou aqui com a testa a latejar e a rezar para que amanhã não acorde com isto negro.

My week in pictures #60

A rubrica que andava um bocado esquecida. Onde eu mostro mais um bocado dos meus dias através de fotografias. Mostro o que de bom há nos meus dias (o que é mau não tem interesse nenhum para aqui), o que de novo faço e aquilo que gosto. Desta vez em versão alargada.














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